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Último aula, o final? Não! Apenas o começo de tudo.

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  Quando me matriculei na disciplina de Tecnologias Digitais no Ensino, já esperava que, a partir dela, teria contribuições para minha trajetória acadêmica no doutorado, pois, na experiência anterior, ela me ajudou na escrita da dissertação. Desta vez, foi mais além. Não sei se por ter outras perspectivas de vida depois do mestrado, e falo como discente, professora, mulher e mãe. No primeiro dia de aula, saí mais cedo para fazer uma entrevista de emprego. Somavam-se a ansiedade do início do doutorado e a expectativa de um novo emprego. Muitos medos de não conseguir chegar ao final sem nem mesmo começar, e eu já sabia que as cobranças seriam grandes, pois ser doutoranda, conciliando tantas demandas, seriam outros quinhentos rsrsrsr. Pois bem, consegui o novo emprego e outro cargo; até então, tudo certo. Mas, na disciplina, tudo ia de ladeira abaixo. Não conseguia acompanhar o ritmo e estava quase jogando tudo para o alto. Parecia até que eu não estava em mim, sei lá. Como dizia minh...

Problem-Based Learning (PBL) - 11

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Como foi construir meu primeiro mapa cartográfico? Para iniciar, o ponto de partida foi a leitura da Cartilha Cartográfica (Comunidades Virtuais, 2026), que forneceu as orientações necessárias para o desenvolvimento da atividade. Como a dupla responsável pelo PBL 11 indicou os territórios Currículo e Formação, busquei analisar esses espaços à luz dos conceitos apresentados no material. Acredito ter conseguido identificar os três tipos de linhas discutidos na cartilha: linhas duras, linhas maleáveis e linhas de fuga. No meu mapa cartográfico, essas linhas foram representadas da seguinte forma: Linhas duras – O curso de formação de professores voltado às mudanças sociais e ao desenvolvimento de competências digitais docentes (Brasil, 2024) constitui uma linha dura, pois representa uma diretriz presente em documentos oficiais que deve ser implementada, independentemente das críticas apontadas pelos referenciais teóricos. Outro aspecto identificado foi a “intencionalidade do uso das tecn...

Proposta de jogo - Verdade ou Desafio?

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  VERDADE OU DESAFIO - proposta do jogo Nem sempre nossa mente funciona da maneira como desejamos. Inicialmente, eu havia articulado mentalmente uma proposta específica para a construção do meu jogo. Entretanto, a partir das leituras realizadas ao longo do processo, surgiu uma nova possibilidade de desenvolvimento da proposta. Para Marfisi-Schottman (2020), o jogo educacional não precisa necessariamente estar incorporado ao próprio artefato do jogo de aprendizagem; ou seja, o jogo nem sempre foi criado originalmente com finalidade educativa específica, como seria o caso desta proposta. A partir dessa compreensão, pensei em utilizar um jogo já existente, mas atribuindo-lhe uma abordagem pedagógica diferente daquela para a qual foi inicialmente concebido. Proposta do jogo após as modificações: De acordo com Rodríguez-Ferrer , Rodríguez Rivera e Manzano-León (2025, p. 306), as “metodologias lúdicas permitem que os estudantes enfrentem desafios e problemas que simulam situações do m...

DA DISCIPLINA DE TECNOLOGIAS DIGITAIS NO ENSINO PARA A VIDA

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 Compartilhando uma  experiência acadêmica Estou matriculada na disciplina Tópicos 2 - Método CTM3, ministrada pela Prof. ª Dra. Almira Santos, criadora do método. Todo o  designe   artístico   foi feito pelo ChatGpt Nosso desafio para a conclusão da disciplina consistia em desenvolver um produto educacional baseado na metodologia CTM3 e escrever um artigo relatando a experiência de produção desse material.   Ao fazer a leitura do referencial disponibilizado pela docente, entrei em desespero. Tudo o que foi apresentado como exemplo tinha sido elaborado exclusivamente para a área da saúde. Como pedagoga, não conseguia conceber um produto educacional para a educação que se relacionasse com o método CTM3 e que fugisse do formato de vídeos, guias, manuais ou e-books.   No entanto, após o PBL 8, onde colegas apresentaram a abordagem STEAM na educação, pensei: e por que não? Decidi fugir do digital e apostar no analógico, buscando uma ino...

Designer de atividades didáticas mediadas por tecnologias - PBL 9

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  Chegou o grande dia! A apresentação do PBL 9, que ficou sob a responsabilidade de Mariana Tenório (eu) e Martone. No início da disciplina de Tecnologias Digitais em Ensino, nos foi pedido que formássemos duplas para compor o quadro de apresentações programadas pelo docente responsável. Foi assim que surgiu nossa parceria, pois fazemos parte do mesmo grupo de pesquisa e temos o mesmo orientador. Falando um pouco sobre a construção do PBL, inicialmente eu e Martone sempre conversávamos sobre o tema do qual ficamos responsáveis: "Design de atividades didáticas mediadas por tecnologias". Surgiram algumas dúvidas reais, pois pensamos e elaboramos um problema que, na nossa cabeça, gostaríamos de pedir uma atividade final que não fosse tão desafiadora para os nossos colegas. A segunda parte de todos os PBLs consistia em a dupla pedir uma atividade que envolvesse uma Tecnologia Digital incorporada. Mas como outros colegas já haviam se apresentado, eles, a cada nova apr...

O PBL 8 - Softwares para o ensino STEAM como um “divisor de águas”

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  Estou na fase de conclusão das disciplinas do primeiro ano do doutorado. E está matriculada na disciplina de Tecnologias Digitais no Ensino, que traz a proposta de utilizar a Aprendizagem Baseada em Problemas ( Problem-Based Learning – PBL) como metodologia de atividade tem se mostrado excelente nessa minha fase inicial como doutoranda. Embora tenha demandado tempo para que eu compreendesse a real intenção dessa abordagem uma vez que, inicialmente, julgava dominá-la, por volta da metade do período percebi a necessidade de refinar minha percepção avaliativa a respeito de cada problema apresentado. A leitura do refencial bibliográfico exige tempo significativo e atenção concentrada; confesso que, em alguns momentos, falhei em cumprir esse requisito, o que justificou a demora na compreensão da proposta da metodologia em PBLs. Ressalto, contudo, que não encontrei dificuldades na interpretação dos textos teóricos em si. Com isso, o período letivo caminha para o encerramento, concentr...

O que aprendi com o PBL 7

 Aprendi que, apesar das leituras de Pimentel (2013), Santos (2010), como professores não temos como garantir a interação real ou esperada, mesmo apesar da interface digital, quanto mais simples, melhor a possibilidade de possíveis interações. 

Interfaces Digitais

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Interfaces Digitais na Educação: Superando a Educação Bancária https://view.genially.com/69f54c3d9b356131f8d2f73e O PBL 7 propôs um desafio interessante: a dupla responsável pela atividade nos orientou a construir um Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), ou seja, uma interface digital que possibilitasse a interação entre os estudantes. Para o sociólogo Silva (2010), o tema “interatividade na comunicação” pode ser empregado para significar a comunicação entre interlocutores, humanos e máquinas e entre usuário e serviço. Contudo, a Educação vem abordando essa teoria como forma de se livrar da “educação bancária”. Entretanto, há um desafio na prática da interatividade educacional, pois “é preciso despertar o interesse dos professores para uma nova comunicação com os alunos, tanto em sala de aula presencial quanto virtual. É preciso enfrentar o fato de que tanto a mídia de massa quanto a sala de aula estão diante do esgotamento do mesmo modelo comunicacional que separa emissão e recepção...

BNCC e o ECA Digital (Lei nº 15.211/2025)

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  Olá, hoje darei continuidade à discussão iniciada na última postagem sobre a BNCC Computação. Atendendo a uma sugestão do Prof. Fernando Pimentel, apresentou pontos de convergência e divergência entre os documentos, bem como possíveis mudanças na prática das escolas e na formação docente. Para isso, exponho a intenção principal de cada documento e seus respectivos poderes legais. A BNCC Computação é obrigatória, com prazo de implementação até 2026. Possui alto poder de aplicação, pois altera os currículos das escolas públicas e privadas. Vale ressaltar que essa obrigatoriedade está respaldada pela Resolução CNE/CEB nº 2, de 21 de março de 2025, que institui as Diretrizes Operacionais Nacionais sobre o uso de dispositivos digitais em espaços escolares e a integração curricular da educação digital e midiática. Diante disso, percebe-se que a BNCC Computação atua como um complemento curricular, definindo o que deve ser ensinado sobre tecnologia, como pensamento computacional, mundo d...

Base Nacional Comum Curricular (BNCC) Computação

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  A implementação das normas da BNCC Computação nas escolas  Para iniciarmos essa discussão, trago algumas informações necessárias para entendermos o documento. A BNCC Computação é um complemento obrigatório da Base Nacional Comum Curricular, publicado em 2022. Sua finalidade é estabelecer normas para ensinar computação da Educação Infantil ao Ensino Médio. Seus eixos principais são o pensamento computacional, o mundo digital e a cultura digital; como mencionado, pretende-se que toda a educação básica brasileira tenha a integralização em seus currículos. Esses eixos não precisam, necessariamente, ser disciplinas isoladas, podendo apresentar-se como temas transversais. Apesar do documento ter sido acrescentado à BNCC em 2022, foi necessária a Lei 14.533/2023 , da Política Nacional de Educação Digital — instituída para promover a inclusão digital, o letramento em cultura digital e a formação de competências tecnológicas —, alterando diretrizes educacionais para entrar em vi...

Conhece-te a ti mesmo (Sócrates)

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Eu me avalio em construção... Aprendi que faltar a uma aula ou negligenciar a leitura da bibliografia recomendada nos deixa rapidamente perdidos; e confesso que me senti assim por esses dois motivos. Eu conhecia apenas em partes a metodologia PBL , mas como faltei inicialmente e não fiz as leituras, senti dificuldade em construir argumentos baseados em evidências. Chegando aos 50% da disciplina, sinto que estou "problematizando comigo mesma" enquanto coloco as leituras em dia e aprofundo meu conhecimento sobre Tecnologias Digitais no Ensino . Sobre o portfólio, admito que não tem sido fácil. Tenho dificuldades de organização e estou tentando mudar a ideia de que ele é apenas um registro burocrático. Nunca tive muita facilidade com ambientes virtuais — o que pode parecer estranho e até me envergonha um pouco —, mas são dificuldades reais. Para os próximos 50%, prometo mudar essa visão e trazer uma nova roupagem ao meu blog, transformando-o em um espaço de movimentação intelect...

Linha do tempo - os principais avanços das tecnologias digitais e ensino no Brasil.

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 Na aula passada, nos foi apresentado o PBL 5, com o tema: Tecnologia Digitais no Ensino - possibilidade e limites, a partir deste tema, veio o desafio de apresentar uma linha do tempo com os principais avanços das tecnologias e ensino no Brasil, assim como um VEREDITO FINAL!  VEREDITO É fundamental que as instituições governamentais deem voz aos pesquisadores das áreas em que pretendem implementar políticas públicas de Tecnologias Digitais na Educação. É necessário ir além das autoridades brasileiras e internacionais, priorizando aqueles que possuem respaldo científico para delimitar as reais possibilidades da integração tecnológica. Assim como Livingstone e Stricker (2025), que apontam limites no uso da Inteligência Artificial (IA), entendo que, embora extraordinária, essa tecnologia pode gerar resultados sem construir uma compreensão real. Concordo que a forma como a IA vem sendo aplicada pode interferir no aprendizado: ao supervalorizar a máquina pela entrega de respostas ...